Tatuagem e Piercing: quando a moda interfere na Saúde Pública

Autores

  • Ana Maria Caldeira Oliveira Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.
  • Pedro Campos Coutinho Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte

DOI:

https://doi.org/10.14295/jmphc.v5i2.221

Resumo

Mudanças nos hábitos culturais e modismos podem representar novos riscos à saúde e a vigilância sanitária deve estar atenta para cumprir com sua missão de proteger e promover a saúde da população. Esse artigo relata a experiência exitosa da Vigilância Sanitária da Regional Centro-Sul do município de Belo Horizonte na fiscalização aos estabelecimentos de tatuagem/piercing, com ações de caráter educativo junto aos profissionais envolvidos e a conscientização da população sobre os riscos inerentes a essa prática.

 

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Biografia do Autor

Ana Maria Caldeira Oliveira, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.

Doutoranda em Saúde Pública na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Av. Dr. Arnaldo 715, Sala 11 - Subsolo. CEP 01.246-904. São Paulo, SP. Brasil. Fiscal Sanitário Municipal. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. Av. Afonso Pena, 2336 Térreo - Funcionários. CEP 30.130-007. Belo Horizonte, MG. Brasil.

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Publicado

17-07-2014

Como Citar

1.
Oliveira AMC, Coutinho PC. Tatuagem e Piercing: quando a moda interfere na Saúde Pública. J Manag Prim Health Care [Internet]. 17º de julho de 2014 [citado 29º de fevereiro de 2024];5(2):242-8. Disponível em: https://jmphc.com.br/jmphc/article/view/221