Estudo de caso sobre as faltas dos usuários às consultas programadas de uma equipe de saúde da família do município do Rio de Janeiro

Autores

  • Maria Alice Pessanha de Carvalho Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).
  • Camille Melo Barreto e Sousa Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).
  • Ivo Aurélio Lima Júnior Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).
  • Marina Fernandes Prado Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).
  • Rebeca Nascimento Marinho da Silva Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

DOI:

https://doi.org/10.14295/jmphc.v5i2.209

Palavras-chave:

Faltas às consultas, Acessibilidade, Acesso, Atenção Primária à Saúde, Estratégia de Saúde da Família.

Resumo

O excesso de faltas às consultas programadas na Atenção Primária à Saúde no Brasil produz o aumento na fila de espera e também da demanda por urgência. O objetivo da pesquisa foi analisar os motivos relacionados à acessibilidade, que influenciaram as faltas dos usuários às consultas programadas de uma equipe de Saúde da Família. Foi realizado um estudo de caso exploratório, utilizando como técnica a observação participante, análise documental e entrevistas não estruturadas. A categorização da análise de conteúdo temática foi baseada em quatro dimensões da acessibilidade: geográfica, organizacional, sociocultural e econômica. Os resultados encontrados apontaram que nas quatro dimensões analisadas surgiram dificuldades e facilidades à acessibilidade dos usuários aos serviços de saúde. Os problemas de acessibilidade podem decorrer da combinação da ausência de espaços de escuta por parte do serviço com a rigidez programática na organização da agenda dos profissionais da equipe e das diferentes percepções sobre tempo gasto e distância percebida pelos usários. Pôde-se concluir que a compreensão de muitos fenômenos que ocorrem na relação entre profissional e usuário exige uma disponibilidade para o diálogo, desprovido de juízo moral.

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Biografia do Autor

Maria Alice Pessanha de Carvalho, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Camille Melo Barreto e Sousa, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Enfermeira, especialista em Saúde da Família (Residência) e Mestranda em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ

Ivo Aurélio Lima Júnior, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Odontólogo, especialista em Saúde da Família (Residência) e Mestrando em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ

Marina Fernandes Prado, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Psicóloga, especialista em Saúde da Família (Residência) e Mestranda em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ

Rebeca Nascimento Marinho da Silva, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ).

Nutricionista, especialista em Saúde da Família (Residência) e Mestranda em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ

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Publicado

16-07-2014

Como Citar

1.
Pessanha de Carvalho MA, Barreto e Sousa CM, Lima Júnior IA, Prado MF, Marinho da Silva RN. Estudo de caso sobre as faltas dos usuários às consultas programadas de uma equipe de saúde da família do município do Rio de Janeiro. J Manag Prim Health Care [Internet]. 16º de julho de 2014 [citado 29º de fevereiro de 2024];5(2):140-52. Disponível em: https://jmphc.com.br/jmphc/article/view/209

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