Potencialidades e fragilidades da rede de atenção à saúde no controle da hipertensão arterial no município das Correntes, Pernambuco

Autores

  • Alessandra Lucas Nunes Cabral
  • Harley Davidson Rocha de Lima
  • Hugo Leonardo de Oliveira Cabral

DOI:

https://doi.org/10.14295/jmphc.v2i2.107

Resumo

A assistência integral à saúde permanece como um grande desafio. Neste sentido, a atenção básica e os diversos níveis de especialidades, apoio diagnóstico e terapêutico, média e alta complexidade precisam estar disponíveis para garantir esta assistência. As Doenças crônicas não transmissíveis são um dos principais desafios de saúde e dentre estas, a Hipertensão Arterial (HA) apresenta-se com alta prevalência. O objetivo deste estudo foi avaliar as potencialidades e fragilidades da rede de atenção à HA no município de Correntes (PE). No município existe cobertura de Estratégia de Saúde da Família de 100%, onde os usuários são atendidos, recebem medicação, são encaminhados para realizarem exames laboratoriais e diagnósticos; a média complexidade disponibiliza no próprio município alguns serviços. Os demais são realizados no município sede da regional de saúde. A alta complexidade concentra-se na Capital do Estado. A rede de atenção do município das Correntes possui estrutura de atenção básica organizada, em recurso de processo e resultado e gestão, porém há falhas na estrutura física das Unidades de Saúde da Família e no financiamento. Na média complexidade, as potencialidades consistem em parte dos serviços serem disponibilizados dentro do próprio município. Como entrave para a estruturação desta rede, tem-se as filas de espera para a marcação dos exames e os serviços de alta complexidade que não são oferecidos na Regional de saúde.

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Publicado

2012-02-01

Como Citar

1.
Cabral ALN, Lima HDR de, Cabral HL de O. Potencialidades e fragilidades da rede de atenção à saúde no controle da hipertensão arterial no município das Correntes, Pernambuco. J Manag Prim Health Care [Internet]. 1º de fevereiro de 2012 [citado 20º de setembro de 2021];2(2):36-40. Disponível em: https://jmphc.com.br/jmphc/article/view/107